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quinta-feira, março 31, 2011

Daqui a Cem Anos



Uma história de H.G. Wells, quase uma profecia...

Things To Come (Daqui a Cem Anos). Um filme de 1936 baseado num livro de H.G.Wells (Um dos meus ícones da escrita; Guerra dos Mundos, Máquina do Tempo, etc.). Tempo: 1h:30 Idioma: Inglês

http://www.archive.org/details/ThingsToCome_835

quinta-feira, outubro 28, 2010

Tron - o Legado. Sneak peek


Eu estive lá! :D

Sei que nada dirá para muita gente. Para mim aconteceria o mesmo, não fosse esta a sequela de um dos filmes que mais me marcou e que fez com que escolhesse a electrónica e a informática como profissão.

Obrigado Sapo e Zon Lusomundo.

quarta-feira, julho 21, 2010

Filme: Contraluz


VIVE
Parece-me bem. E místico também...

Os trailer's aguçaram-me a curiosidade. Nunca quis tanto ver um filme feito por um português. Excelente realização. Por esta sequência de imagens está já na lista dos meus realizadores preferidos. Vamos lá a ver se se mantém...

O outro trailer e informação em: filmecontraluz.com


SINOPSE
Várias pessoas sem ligação entre si estão em situações de extremo desespero quando algo inesperado acontece que irá mudar radicalmente o rumo das suas vidas. Caberá a cada um moldar o seu destino de modo a reencontrar a felicidade. Mas há destinos que só se alcançam depois de alterar o dos outros.

quinta-feira, julho 08, 2010

Filme: Inception - A Origem



Porque se insere nos domínios da mente e do Fantástico... coisas que me deu agora para escrever sobre.

Segundo a Wikipédia:
Uma ficção científica de acção contemporânea ambientada dentro da arquitetura da mente.

ESTREIA A 2 DE SETEMBRO DE 2010 - Portugal
08 de Agosto no Brasil

Nota de rodapé:
Atenção, "He bring the subject into that dream", não é "Trazemos o tema para esse sonho" (aos 44'') é sim "Trazemos o indivíduo (ou o sujeito) para esse sonho".

Uma palavra, para quem quiser aprender... "Contexto"! É (ainda) a diferença que nos distancia das máquinas (leia-se: tradutores automáticos)

Pergunto-me: Esta gente é paga para traduzir?!?...

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Filme: Avatar

Sou um fã incondicional de James Cameron, e a julgar pelo trailer do seu novo filme, parece que assim me manterei...

"É como se dissessemos: estamos aqui, somos grandes, temos as armas, a tecnologia, o cérebro; e podemos fazer o que quisermos deste planeta (...) mas não funciona assim e vamos descobrir isto da pior forma se não refletirmos e buscarmos uma vida de equilíbrio com os ciclos naturais da vida na Terra". James Cameron, sobre o seu filme Avatar.
Simplesmente brilhante!

sábado, setembro 05, 2009

terça-feira, agosto 04, 2009

Tron Legacy
Tron está de volta!



Foi o meu amigo JJ que me alertou para o facto.

Tron foi um filme em que a computação gráfica (CGI) me começou a maravilhar. Corria o ano de 1982 e Tron foi também o responsável por me ter dedicado aos computadores.

No original, um super-potente computador leva um humano para dentro do mundo virtual. Lá terá de jogar alguns jogos para conseguir sair com vida.

Neste sequela volta a entrar Jeff Bridges.

http://www.youtube.com/watch?v=MKT88pzgRwQ&feature=player_embedded


Como sempre os sites da Disney são uma tanga! Não são intuitivos, obrigam a registo para faculdades simples, como receber um email e apresentam anuncios a torto e a direito. Bah!

terça-feira, junho 23, 2009

Filme 2012 - O trailer



Há meses que esperava por isto. Estava até inscrito na Sony Pictures para ser um dos primeiros a saber a novidade. Finalmente recebi na minha caixa de correio a informação de que o trailer e a data para o lançamento do filme 2012 foram divulgados.

Se há algo que me fascina e intriga é a teoria (profecia) Maia sobre o fim do seu calendário, que ocorre precisamente no dia 21 de Dezembro de 2012. Eu não acredito em cataclismos, mas não posso colocar de lado a matemática e a lógica ao analisar toda a informação por detrás destes fenómenos. Para quem quiser dedicar cerca de 1:30H, pode ver um documentário aqui (que, já agora, é o canal de vídeo do google onde se pode encontrar muitos filmes completos em streaming)

terça-feira, junho 09, 2009

Filme - Vicky Cristina Barcelona

Pode gerar-se um misto de mágoa e contentamento quando vemos alguém a enrolar-se obstinadamente na sua própria teia, quase sempre como resultado de sentimentos confusos, reprimidos ou debilmente estruturados, os quais se tentam empurrar para os outros. Na verdade fugimos e escondemos-nos do nosso próprio reflexo, com medo do outro eu. Uma coisa é certa – independentemente do caminho escolhido –, haverá sempre um preço a pagar. O pior é quando esse preço é a liberdade da própria consciência.

Vicky Cristina Barcelona (VCB) pode não ser um dos melhores filmes de Woody Allen, mas tem de se admirar a contínua consistência e mestria do autor em retratar as emoções, reacções e singularidades do espírito humano. Se pode parecer que raia a promiscuidade gratuita é porque não conhecemos tão bem assim o mundo que nos rodeia. VCB apresenta-nos duas personagens centrais que, embora perfeitamente antagónicas e fieis aos seus princípios, expoem-se e sujeitam-se a ser abaladas no seu universo moral e emocional.

Dir-se-á que, numa primeira reacção a qualquer proposta indecente – por mais despropositada e/ou chauvinista que esta possa parecer –, teremos sempre os seus objectivos básicos cumpridos quando, lá bem no fundo, se mexe inexoravelmente com a líbido de qualquer um(a). Todos sabemos lidar com isso, garantidamente de uma forma que, não classificando nem de "melhor" nem de "pior", são com certeza distintas e adequadas à maneira de ser de cada um de nós. E, porque não dizê-lo; de quantos copos de tintol já desceram pelo estreito, funcionando como catalisador para a – às vezes desejada – desinibição. Porque o (bom) vinho e a boa música são peças fundamentais neste filme... e na vida.

Fazer sempre o que nos dá na real gana e saltar para a próxima aventura, poderá parecer mais irreverente do que inconsciente, embora isso não seja forçosamente igual a adeptos de relações fugazes ou descartáveis para o resto da vida. No cômputo, se se sai mais rico ou mais pobre de uma relação obriga-nos a questionar peremptoriamente aquilo que realmente procuramos dentro ou fora dela. E isso é bem notório na genial narrativa, em jeito de reflexão, no final do filme.

Já havia agendado e voltado a agendar a sua visualização. Tinha fortes reservas em fazê-lo. Agora já sei porquê. :/

terça-feira, junho 02, 2009

Filmes da minha vida

OS FILMES DA MINHA VIDA

Gosto de desafios. Por mais singelo que possa parecer, acho sempre que a simplicidade será superada em todas as expectativas. Dependendo da leitura, é certo. (e da escrita também) :)

Respondendo a Myosotis, à qual agradeço ter-me lançado o desafio (ao veres a extensão do post já te arrependeste...;)) para enumerar os meus filmes preferidos, aqui estão eles (por favor, não me obrigues a por isto por ordem de preferência) :P
  • - O Bom Rebelde, Good Will Hunting (Como se pode confundir delinquentes com marginais, quando na verdade são só incompreendidos.)
  • - Meu Pé de Laranja lima (As alegrias e tristezas de uma Amizade no que tem de mais belo e comovente)
  • - A Vida é BelaLa vita è bella, de Roberto Benigni (Uma das maiores lições de vida)
  • - A Lista de SchindlerSchindler’s List, de Steven Spielberg (Eis como se pode continuar a ser humano na pior das alturas)
  • - Tempos ModernosModern Times, de Charles Chaplin (Como um visionário, chaplin mostrou-nos aquilo para o que estamos reservados. Mas (ainda) há esperança!)
  • - MatrixThe Matrix, (Será este O mundo real?)
  • - Titanic, (Imponente. James Cameron no seu melhor, com uma belíssima história de amor dentro da enormidade da tragédia)
  • - Os Condenados de Shawshank, The Shawshank Redemption (lições de adaptação e esperança) - pensava que era só eu que tinha ficado maravilhado com a história, pelos vistos não. :)
  • - O Acontecimento, The Happening de M. Night Shyamalan (Talvez fosse desta lição que todos precisávamos... que era para aprender!)
  • - A Vida e tudo o mais, Anything Else de Woody Allen ("Em todas as relações há sempre um que fica com o maior fardo." Genial!)
Ficaram de fora: Patch Adams; A Vila (de M. Night Shyamalan); Todos os de Hitchcock e Chaplin; Uma catrefada deles de Woody Allen (tenho uma boa memória desde What's up pussycat); Alguns mais de Steven Spielberg, entre os quais ET-O Extraterrestre; Quase todos de Wes Craven (mestre do terror); Mais alguns de James Cameron; Praticamente todos aqueles originados em obras de Stephen King, com destaque para: Eclipse Total/Dolores Claiborne e The Mist (que final, meus deuses!). Também histórias de Michael Crichton, especialmente A Esfera/Sphere.

Em séries: Cansei-me do Dr. House, a partir do momento dos novos estagiários. Agora, não perco um episódio de Boston Legal (assim me ajude o "manuel" que está por trás da inserção de horários do MEO).

Era para colocar a área musical, mas... isto já está "enoooorme"!

Gostaria de passar o desafio a: Bagaço Amarelo, Jorge Silva, Moura.encantada e Mad. Não se sintam obrigados a escrever tanto :P

Acho algumas adaptações de título e legendagem, para português, desastrosas... :(

sábado, maio 30, 2009

Filme: DreamCatcher - O Caçador de Sonhos

Saber que há uma tarefa reservada a cada um de nós é – para alguns –, o que mantém o mundo a girar. Saltamos da cama para um novo dia e suspiramos por companheirismo, agarrando – como convictos optimistas – uma qualquer (renovada) esperança. Deliciamos-nos com este e com aquele pormenor, porque sabemos que isso torna belo e intensifica o sabor de cada momento.

Dreamcatcher ensina-nos que o verdadeiro espanta-espíritos é o circulo da Amizade; O real valor da entreajuda que nasce cedo e se mantém para o resto da vida. Fortalece-se a cada novo encontro, a cada palavra e com cada episódio (con)vivido, afastando os sonhos-maus. Diz-nos que há de facto memórias que se devem valorizar, que merecem um lugar especial no cantinho das recordações e outras que devemos trancar. Talvez muitos de nós saibamos já tudo isto, mas com toda a certeza nem todos sabemos o que guardar nem em que sítio. Saibamos reconhecer o ponto fundamental, a mensagem que reside no grupo e em cada um; esse é o segredo contra os pesadelos. O resto, são ilusões e efeitos-especiais.


Título original: DreamCatcher
Título portugal: O Caçador de Sonhos
Realização: Lawrence Kasdan
Produção: Lawrence Kasdan
Ano: 2003
Argumento: Lawrence Kasdan & William Goldman, baseado na obra de Stephen King "Dreamcatcher".

Fonte: IMDb (Internet Movie Data base)

Sugestão para o fim-de-semana
Filme: DreamCatcher

Este fim de semana vou ver Dreamcatcher, de Lawrence Kasdan, baseado numa obra de Stephen King. Um filme onde se mistura Terror e Ficção Científica, além de uma série de mensagens e valores muito característicos de todas as histórias deste autor.

Meu texto sobre o filme, logo aqui.

sábado, maio 23, 2009

Cegueira

Andava eu aqui na minha estante (desarrumaaaada; tenho de dar uma volta a isto!), à procura de um livro do Woody Allen e só consegui encontrar o "Boca do Inferno" do Ricardo Araújo Pereira. Bem, pelo menos já tenho alguma coisa para ler... naquele sitio.

Isto porque resolvi voltar a ver Hollywood Ending (sinopse). Já lá vão alguns anos desde o primeiro visionamento e, além de me ter sacado algumas gargalhadas, levou-me a pensar que – de facto – existem vários tipos de cegueira... sobre as quais me alongarei depois de 112 minutos de filme, um saco de pipocas e (sei eu) mais uns risos, sorrisos e a redefinição de alguns neurónios que entretanto se baralharam (é que isto de sermos humanos tem muito que se lhe diga!).

quinta-feira, maio 14, 2009

Reciprocidade

Há uns anos, quando vi o "Despertar da Mente" (Eternal Sunshine of the Spotless Mind) pela primeira vez, foi ao engano. O filme estava na secção comédia do clube de vídeo, e o actor principal era, com toda a certeza, o responsável pela imediata e incorrecta categorização. Tanto que, quando a entreguei, depois de uma inesperada e mesmo assim excelente experiência de visionamento, ainda surpreso e deliciado pela dramática história de Amor, disse: "Este filme pode estar debaixo de qualquer etiqueta, menos de comédia".

A recepcionista olhou-me incrédula de olhos esbugalhados, com aquele sorriso forçado e quase apostei que ela estava prestes a carregar no botão de pânico ou sacaria do taco de basebol e me acertaria em cheio na cabeça (ainda bem que não o fez porque esta massa cinzenta ainda me vai fazendo falta).

Ontem (hoje), quando perto das 2 da madrugada liguei a televisão (à espera que funcionasse como soporífero) vi-me rápida ainda que atabalhoadamente, às escuras, procurando pelo botão de gravação do telecomando. Em vão. Última cena. Mas tempo suficiente para reparar que a RTP tinha colocando uma bola vermelha no canto superior direito. Não, não é por cenas de violência física, nem sequer pornografia. Não é um filme de terror... bem, a não ser que para alguns o medo de perder alguém seja algo irremediável e terrível, ou se possa transformar numa chaga tão ou mais insarável que uma real ferida. A mim, esse tipo de terror – a existir – apenas me faz lembrar da mensagem principal: O Amor cura tudo!... ou, pelo menos, ajuda TAN-TO... quando é sentido a dois.

quarta-feira, abril 29, 2009

Last Chance Harvey
A Um Passo do Amor


Classificação: 5 estrelas.
RECOMENDADO


Caro amigo Joel Hopkins (argumentista e realizador),

Gostava de saber onde é que o caro amigo foi tirar esta ideia de que quem anda na casa dos "entas" também (vá-se lá a ver) tem direito ao Amor...


E (já agora), porque raio... ao escolhermos a pessoa com quem juntamos os trapinhos, há uma probabilidade de que não o estaremos a fazer com o indivíduo (mais) indicado/certo/correcto?! Estaremos (pre)destinados a absorver tanto zig-zag e negas no nosso percurso?... Obrigado por nos transmitir que temos a direcção na mão.

Desconfio, quererá também dizer que não devemos ser cruéis, sobretudo para as pessoas que amamos. Que o Amor fica e é muito mais importante do que um empregozito qualquer - ainda por cima quando de nós fazem gato-sapato -, que, embora com a certeza de não ter as receitas milagrosas, devemos olhar para as angustias, depressões e todas as outras vicissitudes, como algo que nos tornará (muito) mais fortes.

Sim, há oportunidades bem reais... para todos nós! Para uns os flirts de fim-de-semana, para tantos os blind-dates... que tudo isto já vai parecendo mais um álbum de colecções/recordações. E a Felicidade (ou pelo menos o primeiro passo para ela) pode estar ali na esquina ou numa qualquer rampa do aeroporto. E nós, ainda entulhados pelo dia-a-dia que nos consome, lá conseguimos descortinar (sarcasmo dos sarcasmos) a razão para negar aquilo que é o mais elementar, o evidente, o que desde logo é incontestável (mas ninguém nunca o quer admitir): O medo desse acontecimento.

E ele (o medo) pode revelar-se sob diversas formas... Uns rejeitam(-se) porque acham que não estão à altura. Outros porque é cedo, ou tarde demais. Outros porque estão sozinhos... ou demasiado acompanhados. Outros só... porque sim.

Diria que são precisos dois para chegar a uma conclusão (bom, pelo menos a esta, dava jeito). Os mesmos dois que estão agora "aqui" e que podem ou não ser os mesmos que mais tarde estarão juntos "além", mas com certeza serão os únicos qualificados para extrair a conclusão final.

Numa sucessão de encontros e desencontros, neste "A um Passo do Amor
" há algo que fala mais alto que uma eventual Fé programada. Algo tão espontâneo com a Oportunidade... e ela não aparece assim tantas vezes como isso - tanto que aqui se diz ser a última. É preciso Sabedoria para a saber reconhecer, certo! Mais importante, é preciso não fechar a porta, ou pelo menos não deitar fora a chave. Nunca sabemos quando iremos encontrar o nosso tipo de mulher... ou de homem.

Bem-haja Sr. Hopkins.

sexta-feira, abril 24, 2009

O que não te mata...

...tornar-te-á mais forte. ;-)


Este fim-de-semana vou tentar ver o filme: "Last Chance Harvey", que em português recebeu o título de "A um Passo do Amor". Primeiro porque gosto muito de Dustin Hoffman e Emma Thompson. Depois porque penso que poderá en(des)cerrar alguma Luz para mim... pronto, lá voltei eu a ser místico. Deixa-te 'tar quieto rapaz!...

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